CLT e as diversas carreiras de trabalho ou profissional autônomo?

Posted By on maio 2, 2017 | 0 comments


CLT e as diversas carreiras de trabalho ou profissional autônomo?

Nunca houve um momento mais propício para você pensar no seu futuro profissional como agora!

O Brasil tem passado, nos últimos meses, por grandes transformações, em diversas esferas – política, social, profissional, de saúde e muitas outras.

Posicionamentos políticos de lado, é importante termos em mente que mudanças eram necessárias. Este artigo não pretende entrar no mérito de suas qualidades ou da eficácia a longo prazo – deixamos para os políticos e demais profissionais da área.

Mas, de tudo isso, tem um ponto que interessa bastante ao mundo de Recursos Humanos, àqueles que buscam evolução na sua carreira e também para profissionais autônomos, como consultores e outros.
Nos últimos dias não se fala de outra coisa a não ser a Reforma Trabalhista e as mudanças na CLT. E não é para menos: são mudanças bastante controversas, que trazem um novo olhar sobre o assunto.

Com essa nova visão, tem surgido em todos os cantos a dúvida se deve-se continuar no caminho da carreira corporativa – e suas tantas variações, como carreira em linha, em Y ou em W – ou se o melhor para o futuro é ingressar de vez na autonomia profissional e ser o seu próprio chefe.

Vamos conversar um pouco mais sobre cada uma das alternativas?

Carreiras em linha, Y e W

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Fonte: Google

A carreira corporativa tem passado por diversas mudanças nos últimos anos.

Se antes a única forma de evoluir profissionalmente era assumindo posições de liderança, atualmente já existe uma gama de outros direcionamentos que podem ser adotados para o seu futuro profissional.

Como falamos já neste texto,

Há aqueles que afirmam que liderança é um dom. Discordamos.

É certo que existem perfis comportamentais que se adequam mais facilmente e conseguem desenvolver com mais tranquilidade – e em maior grau – as competências necessárias para tornar-se um líder de excelência, mas todos que desejam podem aprimorá-las, dentro de suas capacidades.

Mas existem aqueles que, além de precisarem dedicar maior esforço para atingir um elevado grau nesta competência, simplesmente não gostam de trabalhar com gestão de pessoas. Acabam tornando-se ótimos especialistas – e, diga-se de passagem, indispensáveis para as organizações.

As carreiras corporativas são, atualmente, classificadas em três tipos:

  • Carreiras em linha: a já tradicional sequência de evolução profissional que conhecemos: assistente, analista, coordenador, gerente, diretor, VP e Presidente.
  • Carreiras em Y: este conceito, já conhecido há um tempo mas pouco implementado ainda, te permite escolher entre gestão e especialista técnico na área atuante.
  • Carreiras em W: é o modelo de carreira que tenta misturar a especialidade técnica e a gestão de pessoas em uma nova estrutura de time.

É importante perceber que o mercado de trabalho percebeu que cargo de chefia não é questão de merecimento por tempo de serviço, mas uma função propriamente dita, que necessita de cuidados, aprendizados e conhecimentos específicos.

As carreiras em W tem um grande potencial para tornarem-se muito populares nos próximos anos, dada a tendência de os times corporativos tornarem-se mais dinâmicos, multidisciplinares e mutáveis, dependendo do projeto.

Muitas pessoas só percebem que não gostam de trabalhar com gestão de pessoas quando aceitam uma promoção e, de fato, entram em contato com a atividade.

Para minimizar possibilidades de erro, existem ferramentas como o assessment de sucessão e coaching de carreira para ajudar ambas as partes, tanto a empresa quanto o colaborador, a se prepararem para este novo desafio.

Profissionais autônomos e empresários

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Fonte: Google

Como dito, com a Reforma Trabalhista aprovada muitos profissionais que antes buscavam uma carreira profissional dentro de uma organização agora começam a pensar em seguir o próprio rumo, dedicando-se à uma carreira de consultor, tornando-se empresário ou realizando trabalhos autônomos.

Essa possibilidade traz suas vantagens, certamente, mas também traz muitos novos desafios, como a gestão financeira mais avançada, prospecção de novos clientes e outras atividades que não foram desenvolvidas anteriormente.

É, assim como qualquer outro projeto, um movimento que precisa ser bem estudado e analisado para que sejam minimizados os riscos de fracasso.

Programas de transição de carreiras são uma ótima forma de se preparar para este novo momento, caso seja a sua escolha.

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Rafael Oliveira, 31 anos, é formado em Design pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Já trabalhou como diretor de arte e designer freelancer, mas encontrou sua paixão profissional no marketing & comunicação. Atualmente é consultor de marketing digital da Hunter Consulting Group e gosta de falar sobre os mais diversos assuntos ligados ao mundo corporativo: desenvolvimento humano, liderança, marketing, empreendedorismo, gestão, mercado e política.

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